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Produtora independente de obras audiovisuais com foco em produções LGBTQIAPN+, meio ambiente e culturas regionais. Atua no mercado desde 2016 com passagens por laboratórios e eventos como ICUMAM Lab, MT Lab, SAPPI, Rio2C, Mix Brasil, Mostra de Tiradentes, Festival de Gramado... Com licenciamentos para Instituto Moreira Salles, Canal Brasil, TV Brasil, Itaú Cultural Play, SESC, Sommos Amazônia, Circuito Tela Verde (Ministério do Meio Ambiente), Amazon Sat e Tela Brasil,

MOSTRA MATO-GROSSENSE DE CINEMA LGBTQIAPN+
Olhar Direto: Mostra de Cinema LGBTQIAPN+ exibe seis curtas produzidos em MT

Serão exibidos filmes de Rondonópolis, Chapada dos Guimarães e Cuiabá. O evento é realizado pela produtora filmesimples e pela Secretaria Estadual de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), por meio do edital Viver Cultura.

O Livre: Filme de cineasta mato-grossense é destaque no Canal Brasil

Programa exibe seu primeiro curta-metragem "Meu Rio Vermelho" e na sequência, o cineasta fala sobre processo criativo com o ator e apresentador Humberto Carrão.

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A Tribuna: Rondonópolis no Cinema. Produções somam mais de 100 exibições

 

Com apenas 24 anos, Rafael Irineu, formado em Radialismo pela UFMT tem conquistado importantes feitos com duas produções filmadas em Rondonópolis.

VICE:  A luta de um porta-voz indígena LGBTQ na tela do cinema

Equipe formada por indígenas, gays, mulheres e trans estreia o filme ‘Majur’. Em paralelo às filmagens, a equipe usou o Instagram como diário de gravação..

30

PRÊMIOS

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PRESENCIAIS
NO EXTERIOR

Íris Alves Lacerda
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CEO

Íris Alves Lacerda cresceu no sudoeste da Bahia, mas é natural de Rondonópolis-MT. Trabalha com audiovisual desde 2010 e tem formação em Comunicação Social pela Universidade Federal de Mato Grosso onde foi bolsista no Cineclube Coxiponés por dois anos. Faz parte do Coletivo de Mulheres e Pessoas Transgênero do Departamento de Fotografia (DAFB).

 

No cinema, realiza a Mostra Mato-Grossense de Cinema LGBTQIAPN+, que está na sua segunda edição. “Meu Rio Vermelho” (2016) recebeu o Prêmio SESC Amazônia das Artes 2017. "Majur" (2018) foi indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em 2019 e ''Ana Rúbia'' (2022), co-dirigido com Diego Baraldi, premiado pelo Júri Técnico do 16º Festival Visões Periféricas.

 

Fez parte da Equipe das 14ª e 15ª edição da Mostra de Audiovisual Universitária da América Latina em Cuiabá (MAUAL). Participa do livro “Cinema e Audiovisual em Mato Grosso” com a pesquisa “O Cinema Entre Rios, 2022’’ e da curadoria do 21º  Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá (Cinemato). Fez a direção de fotografia de 10 curtas e do longa documental "Missivas" gravado no Brasil e no Chile.

Na fotografia, participou de nove exposições coletivas. Começou em 2006, na zona rural de Mirante-BA, com 11 anos, registrou com uma câmera digital a família e a morada de sua vizinha. Enviaram os registros por CD via Correios para sua família que morava em São Paulo. Dona Naiza, que era benzedeira acabou indicando os “serviços’’ para gestantes que iam pedir sua benção em forma de agradecimento. 

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