Filmesimples é uma produtora independente de obra audiovisual, localizada e focada no interior de Mato Grosso. Realiza mensagens de ação através de filmes para cinema, TV e internet. Tem 22 prêmios em três anos de cinema, e passagens por laboratórios e eventos como ICUMAM Lab, MT LAB, SAPPI e Rio2C. Em seu catálogo, os filmes somam mais de 120 exibições físicas, sendo 20 no exterior e 22 prêmios em três anos de cinema.

 

Meu Rio Vermelho (2016),  com mais de 60 exibições em festivais e mostras, têm aquisição pelo Canal Brasil e TV Brasil. Está disponível no Canal Brasil Play e Video Camp, No exterior foi exibido na Russia, Portugal, Letónia e Cabo Verde.

 

Seleções:  17º Encontros de Cinema (Portugal), 10th International Tourism Film Festival (Letônia), 9º Circuito Tela Verde - Ministério do Meio Ambiente, Prêmio SESC Amazônia das Artes 2017, etc.

Indicação ao Prêmio da Associação Brasileira de Cinematografia 2017 (categoria estudantil) 

 

Majur (2018), em circuito de festivais, soma mais de 60 seleções em festivais e mostras. No exterior foi exibido no Canadá, Chile, Argentina, Peru, Panamá, Alemanha, Índia e Espanha. 

 

Seleções:  46º Festival de Cinema de Gramado, 28º Curta Cinema, 26° Festival Mix Brasil, 22º Mostra de Tiradentes, 16º Curta Santos, 25th Dreamspeakers International Film Festival (Canada), 13th Muestra Cine+Video Indígena (Chile), etc.

Indicação ao primeiro turno do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. 

Irís tem 25 anos, é LGBTQ+ e mora em Rondonópolis-MT. Tem formação em Radialismo pela Universidade Federal de Mato Grosso. 

Em 2019 recebeu o Prêmio RAD da Rede Argentina de Documentaristas pelo curta-metragem "Majur", que também recebeu a indicação ao primeiro turno do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Com o primeiro curta "Meu Rio Vermelho", recebeu a indicação ao Prêmio da Associação Brasileira de Cinematografia 2017 na categoria estudantil e participou do programa "Pausa pro Café" do Canal Brasil. Fez a fotografia de cinco curta-metragens e do longa documental "Missivas" gravado em Santiago, Concepcion, Brasília e Mato Grosso.

Iniciou na área de audiovisual com 11 anos. Em Mirante-BA começou a fotografar e encontrou em uma câmera digital a forma de superar uma depressão infantil. Ainda em 2006, o sertão da Bahia foi cenário para as fotos e vídeos. Sua vizinha era benzedeira e indicava seus serviços para casais e gestantes que iam pedir benção. De volta à cidade natal, foi apadrinhadx por um fotógrafo que introduziu a noção técnica. Transformou seu trabalho em negócio, Participou de nove exposições fotográficas e foi bolsista por dois anos no Cineclube Coxiponés. Os dois curta-metragens autorais (direção, câmera e montagem) somam mais de 120 exibições físicas e parcerias com VideoCamp, Canal Brasil e TV Brasil.

Alguns registros de Mirante - BA